16/11/2009
Outra mudança...
A crônica de hoje no DC!
Confiante, e só
09/11/2009
A crônica de hoje, no DC!
Um conto
Tudo o que os vizinhos sabiam era que Calixto Bartolomeu de Souza tinha mais de 70 anos. No mais, nada em sua fisionomia se destacava: seu aspecto era ordinário. Baixo, caminhava devagar. Ensimesmado, alheio ao resto. Era só mais um num lugar cheio de muitos. O velho do 104, que sentia sobre os ombros curvados algo mais que o fardo dos anos: a perda da mulher e de duas das três filhas em um desastre aéreo.
Calixto Bartolomeu, viúvo. Primeiro, vendeu a casa. Preferia viver em um apartamento apertado a ter espaço de sobra para errar por entre lembranças familiares pelo resto da vida. Sabia que de nada adianta mirar o horizonte quando o pôr-do-sol está às costas. Em seguida, já no condomínio, quitinete barata, foi ao banco e resolveu o futuro. Garantiu o dinheiro que o manteria sem percalços pela vereda que une a solidão à sepultura.
Calixto Bartolomeu tinha tempo para revirar o baú do passado. Quando a família era composta por cinco pessoas, Silvia, a filha mais velha, fugiu para a Europa: sumiu numa sexta-feira, durante o fim de semana não deu notícias, e na segunda, quando Calixto Bartolomeu e a mulher já tomavam remédios para dormir, ligou e pediu que a esquecessem. Paris era linda, não retornaria nunca mais para o Brasil.
Calixto Bartolomeu e a esposa sentiram o baque, mas, com os anos e a falta de informações sobre ela, terminaram por esquecer a filha. Afinal, o futuro era urgente: restavam outras duas meninas para criar, aposentadorias, netos, bisnetos. Silvia passou a ser uma foto pendurada na parede. Um dia, porém, ela apareceu no 104. Era uma sexta-feira.
Entre os vizinhos, claro, começou a circular um monte de boatos disparatados, até que o síndico tomou coragem e abordou o velho do 104 no corredor. Esclareceu o mistério: a senhora que estava morando com ele era Silvia, sua filha, que retornara da Europa depois de 30 anos fora do Brasil. A faxineira de Calixto Bartolomeu era quem dava as notícias de pai e filha para os vizinhos. Na casa, o ambiente melhorara. A quitinete do viúvo se transformara num confortável lar de família.
O vizinho do 103, também ele um viúvo fechado em si, não caía nesse papo furado. Às vezes, de madrugada, quando fazia muito calor ou muito frio, ele acordava de repente e ouvia, baixinho, uns gemidos de mulher amada. Vinham do 104, tinha certeza. Mas ninguém ousava acreditar nele.
26/10/2009
Abertura de Stardust Memories, de Woody Allen
Peladeiros...
Peladeiros
O boleiro – É aquele que, só de bater na bola, todo mundo percebe que entende do assunto. Em 90% dos casos, cresceu jogando futebol de salão em ginásios de saibro. Em 100% dos casos, tem a idade do resto dos peladeiros, mas fuma e bebe como um adolescente em início de carreira boêmia, o que prejudica bastante o seu rendimento. Acontece que ele não esquece o que um dia aprendeu, e quando menos se espera acerta um chute de bico, um drible curto ou um passe de bola cavada – pecado mortal no futebol suíço! – que impressionam pela precisão. É magro por natureza e só entra em campo de grama sintética com tênis de futsal e meia curta. Mestre das assistências.
O gordo – É a melhor saúde entre os boleiros, disparado o que mais corre, seja pela direita, seja pela esquerda, na lateral do campo. Faz gols à revelia, costuma ser o goleador da noite. É o piadista da turma e é sempre espantoso quando ele ganha de você na corrida, chuta todo desengonçado – quase caindo – e tá lá! Temos de reconhecer: o gordo faz um gol memorável por semana. Por exemplo, o Julio do Poeirão: segundo a lenda, já fez mais gols que o Romário, uns 1.200.
O banheira – Mistura de gordo e boleiro: sabe chutar ao gol, mas jamais driblar, e tem bom fôlego, apesar da pança de cerveja. Fica lá na frente, conversando com o goleiro adversário. Desatento, mas pronto para tudo. Perde chances em profusão, mas acerta chutes impossíveis e sai no Bola Cheia do Fantástico. Faltas sofridas por ele parecem mais violentas que as outras. Fala sem parar com o resto do time, grita “Vira, vira!” e “Aqui, aqui!” até o limite do tolerável. Quando você passa a bola e ele marca o gol, vem cheio de orgulho agradecer; quando erra, brada um *#@! e volta para a sua posição de pivô. Tem inveja mortal dos boleiros: “Muita firula, muita firula”.
O capitão – Zagueiro do time, o tipo que compreende suas limitações e fica lá atrás, distribuindo balões, pontapés, empurrões e xingamentos. Tudo porque é o único que leva o jogo a sério. Alerta, reclama de todos: do banheira por não voltar para ajudá-lo, do boleiro por ser displicente e do gordo porque erra passe. Sua frase é “Vamos voltar, time, tô com dois aqui!”.
O dono da bola – É quem organiza o futebol, administra as finanças e a lista de discussão. Ponto.
O goleiro – Peça raríssima. Quando aparece um de verdade, vestido a caráter, é uma festa: ninguém do meu time vai precisar ir para o gol essa noite!
21/10/2009
Notícias imbricadas...
- PT e PMDB anunciam chapa para as eleições do ano que vem: para presidente e, na medida do possível, nos estados.
- Ladrão rouba empresa no Paraná e, junto com o butim, leva aparelho de GPS. Polícia rastreia e prende o sujeito em casa horas depois.
Tudo a ver.
Bastardos Inglórios
Sem medo do clássico
CULTURA
Sem medo do clássico
Tradição Literária & Tradição Crítica, novo livro do professor João Hernesto Weber, discute os cânones brasileiros
POR JADE MARTINS *
João Hernesto Weber pertence àquele rol de professores que marcam a trajetória dos alunos, seja pela ironia impressa nos debates orientados em sala de aula, seja pelo extenso conteúdo apresentado nas grades. Acompanhar seu pensamento, porém, já não é exclusividade dos frequentadores dos embates literários brasileiros, circunscritos num universo de congressos, pesquisas e artigos científicos. O lançamento de Tradição Literária & Tradição Crítica, sua mais recente coleção de ensaios, expande a experiência do autor para além dos limites da academia, reposicionando ricas discussões sobre o Brasil, a literatura daqui e sua crítica.
A direção de Weber, importante frisar, é avessa a modismos teóricos de qualquer espécie. Se a universidade, muitas vezes, remaneja expectativas em função do filósofo estrangeiro em voga no momento, ele dispensa o hype e se debruça sobre a cartela habitual de preferências, com raízes bem fincadas. Pensando o processo de formação da nossa literatura, dialoga com Antonio Candido, Roberto Schwarz, Alfredo Bosi, pelos quais nunca deixou de nutrir certo “respeito-ternurinha”, como sugere já na escolha da epígrafe, de Carlos Drummond de Andrade. Analisando nossos pontos altos, recorre a ficções do porte de Machado de Assis, Guimarães Rosa, Graciliano Ramos. Na base da paisagem, norteando o pensamento, multiplicando a profundidade, a sombra do filósofo alemão George Lucacks, autor de Teoria do Romance. Weber é clássico, e Tradição Literária & Tradição Crítica comprova a eternidade do olhar que lança sobre povo e nação, ficção e história, ordem e desordem – sempre na releitura dos seus eleitos.
Estimulado pelo objetivo de relacionar literatura e sociedade, legítima missão à linhagem de Weber, o grupo de 14 textos compõe um sofisticado painel das discussões formativas mais relevantes da nossa historiografia crítica. A complexidade aqui está no intercruzamento, perseguido também, do pensamento brasileiro com as ficções mais profícuas da nação. Discutindo afastamentos e zonas de contato entre as teorias de Candido, Schwarz, Raymundo Faoro e outros tantos, em Algum “desconforto crítico”, Weber revitaliza a obra de Machado de Assis, construindo sua própria Capitu, ao mesmo tempo em que remete às construções de Schwarz sobre as meninas do bruxo do Cosme Velho. Partindo do título do livro de poemas de Guilhermino César, também crítico e historiador, em Arte de Matar, desconstrói o discurso contemporâneo das desconstruções, numa metateoria repleta de ironia, reivindicando a validade das análises marxistas que buscam relacionar literatura e sociedade. Clássico, sem dúvida, inclusive nas críticas.
Quando discute diretamente formação, seja crítica ou literária, Weber ratifica a potência de um pensamento que resiste mesmo diante das flutuações teóricas típicas do meio por onde transita. Sua compreensão da importância de Antonio Candido, bem como das relações tecidas entre o crítico e seus seguidores, ainda que distanciadas em tantas instâncias, ajuda a explicar não apenas os (des)caminhos da nossa literatura como também a própria consolidação da experiência intelectual brasileira. A riqueza da abordagem encontra-se nos desdobramentos infinitos: enquanto desvela a literatura por meio da estrutura social, e a própria sociedade por meio da ficção, Weber ainda incute significado nos desdobramentos da trajetória de cada um dos críticos com quem dialoga, ao longo dos ensaios. O Candido autor de Formação da Literatura Brasileira, por exemplo, difere em muito do ensaísta de Dialética da Malandragem, quando já revia os próprios vácuos teóricos. Lançar luz sobre tais nuanças, imperceptíveis muitas vezes, é um empreendimento executado com cuidado (e raro respeito) pelo pesquisador.
Dotado de incisivo espírito crítico, até mesmo quando discorre sobre os seus mais caros companheiros de jornada, Tradição Literária & Tradição Crítica oferece lições definitivas ao leitor sobre o que é ser brasileiro. Discute nossa formação, literária e crítica, apontando pontos culminantes e sequestros impróprios; revê e relê nossos clássicos, incentivando o consumo permanente; apresenta novas entradas de leitura, expondo em muitas páginas abordagens diferenciadas e originais, sobretudo nas análises de Machado de Assis e Guimarães Rosa; homenageia um método de trabalho que permanece contemporâneo mesmo em meio à enxurrada de novidades, ao mesmo tempo em que se posiciona no centro dele, fazendo parte, agora ele próprio, Weber, de uma tradição que ajudou a esboçar, construir, pensar, analisar, consolidar.
* Doutora em Teoria Literária pela UFSC
19/10/2009
A crônica de hoje, no DC!
12/10/2009
A crônica do Dia das Crianças!
O Variedades de hoje é uma homenagem ao Dia das Crianças e, também, ao Dia Nacional da Leitura. As reportagens desta edição foram escritas de maneira a facilitar a compreensão dos baixinhos. Nas páginas seguintes, eles vão encontrar uma entrevista com o escritor Ziraldo, a análise de uma exposição de artes plásticas chamada Era Uma Vez e o lançamento do último livro de Asterix e Obelix, entre muitas outras coisas legais. Então, passe logo o caderno para seu filho ler e curtir.
Fiz minha parte.
O ursinho abandonado
Você ou alguém que você conhece tem um ursinho de pelúcia? Porque você sabe: quem possui um ursinho de pelúcia costuma tratá-lo muito bem, às vezes até como se ele fosse um ser vivo. A gente dá um nome para ele, veste com roupas de criança, perfuma, dá comida de mentirinha que é para ele não passar fome, põe para dormir na cama. Em geral, a gente tem muito orgulho do ursinho, e sente um ciúme danado dele. É por isso que a gente guarda o ursinho no quarto, em cima do armário, encostado em uma estante, sentado em uma cadeira ou em cima de um travesseiro. Ele fica bem à vista, para todo mundo vê-lo! É muito legal ver um ursinho de pelúcia bem novinho.
Mas agora eu preciso dizer que eu conheci um ursinho de pelúcia diferente. Foi assim: na semana passada, eu precisei ir da Ilha para o Continente e do Continente para a Ilha todos os dias – de segunda a sexta –, então eu andei bastante de ônibus. Quando eu voltava para a Ilha, às vezes o ônibus passava pela ponte bem na pista da ponta, em que dá para ver o mar. E toda vez que o ônibus passou por essa pista da ponta, eu vi um ursinho de pelúcia na passarela de pedestres da outra ponte, a que liga a Ilha ao Continente. Ele estava ali, junto com uns trapos, como se estivesse em uma casa qualquer, mas pegando chuva, vento e sereno. Era um ursinho de pelúcia feioso, tristonho, esfarrapado. Ele estava sempre sozinho: nunca tinha ninguém perto dele.
O mundo é o lugar mais bonito que existe, mas nas ruas a gente vê muita coisa triste: trombadinhas pedindo dinheiro na porta de um restaurante ou na mesa de um bar, mendigos dormindo sob a marquise de uma loja ou na entrada de uma igreja, ladrões mascarados roubando o dinheirinho de uma lan house ou o valioso ouro de uma joalheria no shopping center, casebres de madeira que a gente vê quase pendurados nos morros da cidade.
Mas agora pense nesse ursinho de pelúcia abandonado que eu descobri: ele parece não ter ninguém para brincar com ele, cuidar dele com carinho. A gente sabe que há nos orfanatos um monte de meninos e meninas que não têm pai nem mãe, nem ninguém que goste deles, ninguém para cuidá-los, mas um ursinho abandonado eu não conhecia, nunca tinha visto. Não é triste saber que ele ainda pode estar lá, solitário? É como se ele ficasse todo dia, o dia inteiro, pedindo esmolas, pedindo por favor que alguma criança que passa no ônibus e não consegue percebê-lo desça e vá lá brincar com ele.
08/10/2009
Lula e as Olimpíadas
"Nunca antes na história desse país uma Olimpíada foi tão necessária."
Paulo Caruso, pela boca do cartum do Lula, no Jornal da Globo.
07/10/2009
05/10/2009
Ai de ti, Florianópolis!
Ai de ti, Florianópolis, porque os teus filhos mais queridos estão envelhecendo, e há de chegar o domingo em que a meia dúzia restante terá desaparecido levando junto o teu caráter, e o cetro da manezice que eles empunharam por toda a vida, em teu louvor, por amor a ti, terminará fincado sobre a figueira da praça e será ignorado pelos turistas, apedrejado pelos teus detratores, pichado pelos vagabundos e mijado pelos vira-latas de coleira eletrônica. Ninguém mais falará “tás tolo”, e toda a tua memória mofará trancafiada no último rancho de pescador. Porque estão te sufocando, eu sei.
Ai de ti porque o vento Sul virá te presentear de madrugada com um ramalhete de desgraças nunca vistas, e a manhã ficará escura, engolida pelo breu espesso com cheiro de molusco putrefato, e no meio da tarde as tuas lagoas e as tuas pontes sumirão dos cartões-postais da mesma forma com que um dia a chuva carregou um morro abaixo – e com ele as casas, os postes, os curiós e os miseráveis –, e choverá pedras de gelo sobre a tua carcaça e na sétima hora da noite o senhor do cataclismo descansará do trabalho bem feito, não sem antes encarregar o oceano em fúria de te vigiar de madrugada.
E aí, que será feito com a tua sala de troféus, o teu rol de prêmios, as tuas conquistas, o teu reconhecimento? Com que sotaque tu falarás, e com que praia tu vais te gabar para atrair as massas? Que será do teu Carnaval, das tuas procissões, do teu réveillon? Com que bambuzal, com que garapuvu tu cobrirás teus parques de lama e ladeará as tuas trilhas sem saída? Não te restarão somente os manguezais pestilentos, que farão proliferar a sua vida selvagem por entre as ruínas do teu comércio e das tuas residências com a força invencível do progresso? Perderás o teu nome de assassino.
Eis o teu fado, Florianópolis, a menos que um especulador talentoso vislumbre em meio aos teus despojos a chance para abrir um empreendimento de sucesso e transformar o teu destino. Algo assim como um retiro espiritual para sapos, caranguejos e jacarés? Ai de ti.
01/10/2009
Fuera!
ps. Em 2007, o Inter entrou na Libertadores para defender o título e caiu na primeira fase. Agora, repete a façanha na Sul-Americana.
30/09/2009
"I'm Thru with Love" às margens do Sena
29/09/2009
Flip, da República, no DC de hoje!
("Cropado" no Photogene, editor de fotos para Iphone)Obs: para ler diariamente a tirinha na internet, mais a do Galvão, o caminho é Diário Catarinense/Edição do Dia/Colunas/Palavras Cruzadas (pdf).
28/09/2009
A crônica de hoje, no DC!
21/09/2009
A crônica de hoje, no DC!
20/09/2009
Gavião Kyikategê: os índios no futebol
18/09/2009
Atualização
09/08/2009
03/08/2009
As boas leituras do fim de semana
A crônica de hoje, no DC!
29/07/2009
Pinceladas de Tomasi di Lampedusa
28/07/2009
Nelson Rodrigues de volta à rede!
27/07/2009
A teoria de Einstein comprovada em Sobral (CE)!
Há exatos 90 anos, durante um eclipse no interior do Ceará, foi provada a teoria da relatividade de Einstein
Ivan Marsiglia
TIME DE ASTROS Os cientistas, em frente da Igreja de Nossa Senhora do Patrocínio, em 1919. De branco, no centro da foto, estão Charles Davidson e Andrew Crommelin. À esquerda do primeiro, Henrique Morize
Diz que o povo abarrotou a igreja, em frente do acampamento onde tinham sido instaladas as lunetas e equipamentos de medição dos gringos. As senhoras, terços enrolados nas mãos em prece, achavam que o mundo ia se acabar. Diz que algumas corriam pelas ruas batendo panelas, na esperança de espantar os maus espíritos. Já as grávidas foram trancafiadas em seus quartos desde o dia anterior para que não gerassem filhos escuros como as trevas. E diz que às 8 horas, 58 minutos e 28 segundos da manhã do dia 29 de maio de 1919, a sombra da Lua cobriu por completo a circunferência do Sol. Os galos, confusos, puseram-se a cantar como se fosse noite. E, por não mais que cinco minutos, as estrelas saltaram aos olhos dos cientistas maravilhados.
O eclipse, acompanhado por uma equipe de astrônomos ingleses, americanos e brasileiros, mudaria não apenas a rotina dos então cerca de 6 mil habitantes da pequena Sobral, a 235 quilômetros de Fortaleza, no Ceará, mas os próprios rumos da ciência naquele início do século 20. À época, a cidade, que tem hoje 155 mil habitantes e é conhecida por ser a terra natal dos irmãos políticos Cid e Ciro Gomes, era iluminada por lampiões e puxada por charretes e carroças. Foi essa espantosa expedição científica que levou o primeiro automóvel visto por lá, um Ford Modelo T, o famoso Ford Bigode. E as mães sobralenses, sobressaltadas, recomendavam às crianças que não se metessem com o carro "para ele não ‘pisar’ nelas", diverte-se o físico cearense Emerson Ferreira de Almeida, professor da Universidade Estadual Vale do Acaraú. Aos 38 anos, Emerson é o responsável pelo Museu do Eclipse, erguido há dez anos pelo então prefeito e atual governador Cid Gomes na praça central, da Igreja de Nossa Senhora do Patrocínio, local exato onde os astrônomos primeiro fincaram suas lunetas. Continua aqui.
Nova biografia de Gabriel García Márquez
A crônica de hoje, no DC!
22/07/2009
Uma boa notícia para este blog!
20/07/2009
A crônica de hoje, no DC!
19/07/2009
100 anos de Gre-nal!
17/07/2009
Morre a lenda: Walter Cronkite (1916/2009)
13/07/2009
Salim Miguel no site da revista Cult!
Leituras...
A Flip, como foi.
A crônica de hoje, no DC!
07/07/2009
A crônica de ONTEM, no DC!
02/07/2009
Flip 2009 - Dia 1
29/06/2009
A crônica de hoje, no DC!
MJ revisto 2: um artigo escrito por quem o viu
MJ revisto 1: Moonwalker, o jogo

