27/07/2009

Nova biografia de Gabriel García Márquez

No Estadão de ontem. Tomara que o livro saia logo no Brasil. Li Viagem à semente, de Dasso Saldívar, ainda na faculdade, e também o primeiro volume de Viver para contar, do próprio Gabo. Um terceiro olhar sobre o autor de O outono do patriarca será bem-vindo. Caminhos de García Márquez Entusiasta, mas escrupuloso, Gerald Martin narra a trajetória do colombiano Michael Greenberg Quando Gabriel García Márquez terminou de escrever Cem Anos de Solidão, em 1966, estava com quase 40 anos, era pai de dois meninos e não tinha dinheiro suficiente para mandar os manuscritos da Cidade do México para seu possível editor em Buenos Aires. O episódio é famoso, aliás, um dos muitos que contribuíram para a imagem pública cuidadosamente elaborada de populista e estereótipo do gênio. No prazo de um ano, o sucesso do romance deslumbraria o autor, que foi tomado, como diria mais tarde, pelo "frenesi da fama". Antes de Cem Anos de Solidão, ele havia publicado apenas três contos em pequenas edições quase clandestinas. Não parecia razoável esperar mais. Continua aqui.

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