07/04/2008

Nanopinião 35

Carne viva, de Paulo Francis - Francis Editora Comprei na terça-feira passada, junto com A morte e a morte de Quincas Berro Dágua (nanopinião, dois posts abaixo), do Jorge Amado. E já terminei. É um bom romance, apesar de o Francis ter morrido quando ainda ajeitava a história. Mesmo assim, gostei mais do que Cabeça de papel e Cabeça de negro, de que não retive quase nada – Filhas do segundo sexo, então, nem conta. A melhor parte de Carne viva é quando o personagem principal, o banqueiro Francisco Guerra, vai a Paris, tratar de negócios, em maio de 1968...

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