O rei da noite, de João Ubaldo Ribeiro - Objetiva
Crônica é um gênero safado mesmo. Ler esta nova coletânea do João Ubaldo Ribeiro me fez lembrar que João Ubaldo Ribeiro é um cronista muito, muito divertido. É assim mesmo: por melhor que você considere o cronista, de tanto lê-lo todo dia ou toda semana, chega uma hora em que a gente se cansa do sujeito, e para de ler. Simples: para mesmo, lê o título, quem sabe, e pula de página. Eis justamente uma das maravilhas das coletâneas, para além de arranjar um dinheirinho para o pobre autor. A cada crônica excelente que eu lia - em especial as feitas só de diálogos, no boteco -, pensava: "Mas como eu não leio o Ubaldo há meses no Estadão de domingo que chega a minha casa toda semana!?!". É assim mesmo. E acho - acho não, tenho certeza - que não li a crônica de ontem.
22/06/2009
Nanopinião 53: O rei da noite
O rei da noite, de João Ubaldo Ribeiro - Objetiva
Crônica é um gênero safado mesmo. Ler esta nova coletânea do João Ubaldo Ribeiro me fez lembrar que João Ubaldo Ribeiro é um cronista muito, muito divertido. É assim mesmo: por melhor que você considere o cronista, de tanto lê-lo todo dia ou toda semana, chega uma hora em que a gente se cansa do sujeito, e para de ler. Simples: para mesmo, lê o título, quem sabe, e pula de página. Eis justamente uma das maravilhas das coletâneas, para além de arranjar um dinheirinho para o pobre autor. A cada crônica excelente que eu lia - em especial as feitas só de diálogos, no boteco -, pensava: "Mas como eu não leio o Ubaldo há meses no Estadão de domingo que chega a minha casa toda semana!?!". É assim mesmo. E acho - acho não, tenho certeza - que não li a crônica de ontem.
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