Segunda-feira, após uma cansativa pelada com os amigos, sentei na frente da televisão e, zapeando, vi a cara do Marcelo Tas. Lembrei da entrevista da Trip de maio e concluí, com a prostração do zagueiro fracassado: "Ah, o Custe o que custar, aquele programa argentino de que a Band comprou a franquia...". Fiquei assistindo. Que maravilha. Fui dormir rindo, acordei alegre e passei o dia de ontem com um sorriso na boca. O CQC é, hoje, o mais divertido programa da TV brasileira. E jornalístico, o que o torna ainda mais seutor. Tas treinou uma equipe de entrevistadores muito boa: um pessoal inteligente, engraçado, bem informado e sangue-frio. Enfim, já estou ansioso pelo programa da semana que vem. Vai ao ar às 22h. Se, como eu, você há anos não assiste Casseta & Planeta, jamais gostou de Pânico e está um pouco cansado do Roda Viva (que dirá da Tela Quente!), experimente. Vale cada minuto.
Abaixo, CQC entre os tucanos, na festa em memória aos 10 anos da morte do Sérgio Motta. Há dezenas de outros vídeos no Youtube. É só escolher:
ps. esse estilo de ir aos lugares e captar o ridículo das pessoas e situações me lembrou muito as matérias que o Bob Fernandes fazia em CartaCapital, em especial com os grã-finos: festa na Daslu, exposição de pintor de novos-ricos, encontros de caciques políticos, casamento de celebridades... Que bom ter isso de volta!
11/06/2008
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