Fui almoçar com a Jade no Ramogida, casa de sushi no Centro da cidade, porque a única, que eu saiba, no Centro da cidade aberta ao meio-dia com exceção do sushiman do Finotrato, infelizmente fechado em férias coletivas. Sentamos, comemos e ouvimos a inevitável "conversa da mesa ao lado". Era o dono do restaurante, se não me engano, que desfiava sociologia:
O promotor assassino do sujeito que ameçava lhe roubar em SP merecia uma estátua. Se todos os surpreendidos por ladrões de relógio reagissem como fez o promotor assasino, desferindo 11 tiros no assaltante, a coisa no Brasil seria muito diferente. A Justiça não tem nada de incomodar o promotor assassino porque ele usava uma arma de maneira ilegal: a pistola fora usada contra um bandido, oras bolas. É certo que "os direitos humanos" sairão em defesa do pobre-diabo ladrão.
Eu ouvi, ouvi, e quase me levantei para pedir ao sujeito sua opinião sobre vigilância sanitária e receita federal. Mas fiquei com medo de ofender o cara. Vai que ele puxa uma arma...
08/01/2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário