29/09/2008

Quase esqueço: mais Machado de Assis!

O caderno DC Cultura, na edição de sábado do Diário Catarinense, trouxe o texto abaixo. Uma relíquia. Leia já! Literatura O charlatão José Dias O DC Cultura reproduz o artigo publicado, em 1958, pelo jornal literário Roteiro, editado na Capital, sobre uma personagem de Machado de Assis No decorrer do ano de 1958, editou-se em Florianópolis o jornal literário Roteiro. Em seu segundo número, trazia matéria variada sobre o cinqüentenário da morte de Machado de Assis: foto e chamada de capa, editorial, um conto do escritor (A carteira) e artigos de Astrogildo Pereira, José Paulo Garcia e Salim Miguel. Astrogildo Pereira (1890-1965) foi um dos fundadores do Partido Comunista, editor da revista Literatura, com justa razão considerado um dos grandes estudiosos da obra de Machado de Assis, autor de Machado de Assis - ensaios e apontamentos avulsos. Com intensa atividade na política e nas letras, Astrogildo ficou marcado por um fato insólito: foi ele o jovem que, em 1908, aproximou-se de Machado de Assis agonizante, na casa do Cosme Velho, beijou-lhe as mãos e saiu sem dizer uma palavra. O texto que ora reproduzimos foi escrito para o Roteiro. (Salim Miguel) Continua (ou começa) aqui.

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